E daí se te vejo em cores?!
Só me restam balões coloridos.
Vou soltá-los.
Deixá-los ao vento,
livres para voar,
para qualquer lugar.
Talvez assim,
livre dos balões de cores limitadas,
eu encontre balões de cores diversas.
Desprender-se das coisas é soltar-se no ar
sem saber para onde vai e como vai.
Mas, ainda,
é ter coragem de viver o inesperado,
arriscar-se para viver no ilimitado e vasto mundo,
querer crescer e ser grande sem, de fato, ser,
é, por fim,
descobrir que nada sabe apesar de todo o conhecimento adquirido.
A única coisa que tenho certeza é que viverei em busca daquilo que é essencial: AMOR.
E que sou como um grão de areia na praia que o vento (DEUS) carrega para qualquer direção.
PS.: Se você leu o post anterior, saíba que...
estou vivendo o etcétera e,
depois,
quem saber,
dou nomes às transformações.
... e assim por diante.
“Te vejo em cores
Repito frases de um filme mudo.” [[Maltines, SC]]Ainda estou sob o efeito da comida de Rubem Alves.
Cada palavra dita é uma garfada demorada e bem degustada.
Palavras boas de se comer.
E, assim vou soltando as palavras que em mim moram, com atenção e calma.
Esperando que em vocês elas possam fazer efeito e,
de alguma forma, alimentar-vos.
Sob esse efeito de Rubem Alves comecei a ler "Entre a ciência e a sapiciência - o dilema da educação" e, recomendo, para quem gosta de poesia e de palavras, "Lições de Feitiçaria: meditações sobre a poesia".
Eu vou, mas eu volto... *estrela*