sábado, março 28, 2009
*AVISO*
"Basta-se de silêncio. Reflita.
Amanhã, quem sabe, claro será."
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
sábado, novembro 15, 2008
*QUANDO TE DEITARES*
De quem não come o pão
De quem estende a mão
De quem dorme na calçada suja da solidão;
Que há casas vazias de afeto
Que há lares desprovidos de conforto
Que há pessoas sem alento.
Quando te deitares, não esqueça
Dos que vivem na desilusão
Dos que andam na perdição
Dos que vagam no deserto do coração;
Que alguém sente dor
Que no mundo há pavor
Que tudo pode o amor.
Quando te deitares, não esqueça
De calar,
De sentir,
De sonhar.
[[Julia Emerich]]
Se quiserem saber mais sobre a expo, veja:
Sim, ando sumida e admito!
Justificativas?!
Várias! Só não vou enumerá-las.
Mas, nada me faz deixar de querer...
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
sexta-feira, setembro 26, 2008
*TOTALIDADE*
o espetáculo é ao vivo.
o amor excelso de Deus: que é pra sempre e abrangente
a imensidão do universo: onde todas as coisas perdem a explicação
a humanidade: que revela grandiosidade de Deus e pequenez dos homens
NADASOMOS
Se na vida que tu levas, aprontas
Se vês um defeito, apontas
Se vem montaria, tu montas
Vigie para não cair
O mal é perder o amor
Achar que tudo somos
Esquecer que o outro sente dor,
Porque de fato nadasomos...
[ Bruno Assumpção ]
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quinta-feira, setembro 25, 2008
*PATAVINAS*
a música: ‘Like a star’ de Corinne Bailey
o lugar: a cama no quarto
a bebida: água com gás
o mais: a caneta, a agenda, o celular e o controle da tv e do dvd
Queria que a música fosse minha; que o céu fosse de nuvens de algodão pra eu saltar de nuvem em nuvem, de estrelas de papel pra eu pegá-las no ar, de gotas de chuvas leves e doces pra eu deixar pingar em minha boca; queria sair correndo numa avenida cheia de árvores frondosas pra eu catar folhas, sentar na sombra, comer frutas, escrever poemas, ler uma crônica – ‘a moça deitada na grama’ – de Carlos Drummond; queria que a praia fosse deserta com sombra e castanheiras enormes pra eu sair chutando as ondas na beira do mar fazendo espirrar gotas salgadas no ar, deitar na sombra das castanheiras e sentir a brisa...
Na verdade eu não queria nada disso. Queria apenas ter você ao meu lado pra poder sonhar e, assim, tudo ao meu redor iria se transformar num sonho feito de conto de fadas.
Nada disso é real. Nada disso faz sentido.
Mas, uma coisa é certa, sonhar com essas coisas, as vezes, faz o coração bater mais acelerado.
Vou confessar: eu tenho uma música só pra você. Eu queria que você também tivesse uma música só para mim... a música... aquela tocada no violão, cantada na sua voz, e com palavras que se parecem magia.
E se um dia o sonho virasse realidade? Eu juro que contaria em versos, escreveria um romance, publicaria um livro que talvez virasse até filme.
Nada disso é real. Nada disso faz sentido.
Mas, uma coisa eu deixo clara: aqui, eu tenho o direito de imaginar qualquer coisa, de escrever como eu quiser, de soltar os meus devaneios da mente.
PARECE DANÇA QUE ME ENVOLVE E ME FAZ MEXER LEVE E MAGICAMENTE COMO NUNCA FUI CAPAZ!
Patavinas!
Por que é que a gente escuta músicas que nos remetem à uma dimensão romântica feita de sonho e fantasia?!
É como se a música tivesse o poder de nos transportar para um daqueles filmes românticos [comédia romântica ou não] onde a Julia Roberts, ou melhor, você é o personagem principal que vai encenar ao lado do cara perfeito uma linda história de amor.
Ergh! Chega de contos de fadas! Voltemos à realidade!
Espero que o mundo não se corrompa tanto e mais para que os meus/seus filhos tenham, num futuro, motivos para sonharem com contos de fadas e não histórias de lobo mau.
“Quando a gente é sincero, nem sempre as palavras são as mais sóbrias e elegantes.” [Elite da Tropa – livro]
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
domingo, setembro 07, 2008
*REVIRANDO O GUARDA-ROUPA*
[Quanto mais eu penso, menos eu sei o que postar/escrever/falar aqui.]
Dias atrás eu disse a uma amiga que eu havia feito uma análise comparativa do meu gosto por certas imagens imaginadas fotográficas com o meu próprio modo de ser. Vou explicar melhor: se eu fosse fotógrafa, acho que gostaria de fotografar/captar construções inacabadas e estruturas arquitetônicas. Sempre que vejo essas imagens, crio uma imagem fotográfica em minha mente - é como se eu estivesse com a máquina fotográfica em minhas mãos e pudesse, então, naquele momento captar aquela imagem visualisada. Então comecei a pensar o porquê de eu gostar dessas imagens e, concluí [não sei se estou certa] que é pelo fato de serem imagens que estão em construção, inacabadas. Mas o que isso tem a ver comigo?! Tudo. Eu me vejo como uma pessoa que está sempre achando algo dentro de si que precisa ser mudado/moldado ou mesmo descobrindo coisas que precisam ser construídas. Acredito que os seres humanos são assim: seres em constante construção. Não que estejamos mudando nosso caráter, mas aperfeiçoando-o. Tento sempre ser uma pessoa melhor. E, para isso, preciso de mudanças constantes.
Essas surpresas e certos acontecimentos cooperam para o nosso amadurecimento.
A vida é um eterno amadurecimento: vivência de risos, choros, conversas, discussões, beijos, abraços e brincadeiras.
E pra que o egoísmo e o orgulho se você pode ajudar alguém a ser feliz também?
Amelie Poulain em "O fabuloso destino de Amelie Poulain" [filme] ajuda um homem cego atravessar a rua, fazendo-o perceber e sentir o que se passa a sua volta. Ela vai descrevendo as pessoas, os lugares, os sons, os cheiros e tudo mais que está ao redor deles.
Esse é um simples gesto que dura muito pouco tempo. Não custa nada, nem tempo, nem dinheiro, nada que nos impeça de agir de tal maneira ou de forma parecida. Não custa nada, mas se ganha muito: um sorriso, uma gratidão.
E pra que o egoísmo e o orgulho se você pode ajudar alguém a ter um futuro melhor?
Friedrich Nietzsche em "Humano, demasiado humano" [livro] escreve assim: '[...] é que o indivíduo atenta demasiadamente para seu curto período de vida e não sente maior estímulo para trabalhar em instituições duráveis, projetadas para séculos; ele próprio quer colher a fruta da árvore que planta, e portanto, não gosta mais de plantar árvores que exigem um cuidado regular durante séculos, destinadas a sombrear várias seqüências de gerações.'
Cuidar bem de nós mesmos está intrinsecamente ligado ao cuidar bem dos nossos; não só hoje, mas pensando no futuro de todos.
Descabido é deixar de tentar!
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quarta-feira, agosto 13, 2008
*LÁGRIMA E MÁGICA*
— Alô?!
— Alô?! Renata?
— Sou eu sim. É Carem?
— Isso. Tudo bem com você?
— Acabou!
— Boa sorte!
Algumas dicas para ‘queijo sem goiabada’:
É só isso!
“Do outro lado da cidade
[[Do outro lado da cidade - Roberto Carlos]]
Será que é felicidade ou será que é feliz cidade?
... e feliz é a cidade enquanto sua gente busca a felicidade!
"Lua lá no céu,
Além da cidade ela - a felicidade - vai estar.
PS1.: felicidade é um estado de quem está feliz.
PS2.: os trechos em destaque foram retirados da música Good Luck de Ben Harper e Vanessa da Mata.
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
segunda-feira, julho 28, 2008
*VERBO*
Há um verbo
Há um lugar em mim
Onde não há razão
Há um verbo
Há um lugar em mim
Onde há emoção
Há um verbo
Sem porção exata
Sem paixão que caiba
Em mim
Há um verbo
Amar
[[Julia Emerich - 2006]]
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quarta-feira, julho 16, 2008
*PRA SER EXATO*
os papéis rabiscados... vou enviá-los
as palavras embargadas... vou dizê-las
os gestos retidos... vou demonstrá-los
os sentimentos contidos... vou expressá-los
o amor temido... vou doá-lo
e,
à vida... vou sucumbi-la.
PS.: por aqui apenas reflexos, na real, puro espetáculo.
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
terça-feira, julho 01, 2008
*AVULSO*
essas coisas com certo ar poético enquanto a prosa não chega pra transtornar estas nuvens nebulosas.
...
Querendo rabiscar o papel em branco
Deixá-lo com a minha devoção
E depositá-lo na sua caixa de correio.
[...]
Minha janela fica logo ali
Ao lado da casinha branca de ninguém
E do morro alto da solidão
Esganiçando uma canção.
[...]
Julia Emerich
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
sábado, junho 14, 2008
*AGORA É O QUE SE SEGUE*
"Muitas vezes, durante os meus passeios, quando sou levado a deter-me perante uma visão e um sentimento que se me afiguram excepcionais, paro, tento abrir os olhos um pouco mais e, como quem respira fundo, enchendo os pulmões até ao limite da sua capacidade, pergunto-me o que é que será possível fazer para preservar aquilo, aquele momento, aquela coincidência entre uma visão e um sentimento."
[[Alexandre Melo em "O Viandante Esclarecido"]]
Agora é o que se segue, mesmo que seco.
Porque seca a garganta diante dos fatos lancinantes.
Mas não deve secar o sangue diante da vida que persiste.
Pois um sentimento, um sonho, uma visão, as vezes, é favorável à realidade.
Agora é o que se segue, sem secar.
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quinta-feira, junho 05, 2008
*MISTURA DE COISAS BOAS*
Soa uma melodia doce
Que enche todo espaço.
Vira melancolia boa.
Que na melancolia do tom mais perfeito
Enche de som esta noite, esta sala.
Nem outro som
Só há o Tom
Que é Jobim.
Medley.
Já não é mais noite. É dia.
Mas ainda assim eu ouço
Antônio Carlos Jobim.
Que não é triste e nem alegre
É, todavia, uma mistura.
Muito de Jobim
Um pouco de poesia
Muito de aprazia.
terça-feira, maio 27, 2008
*CHUVA*
Não mente.
Refresca aquilo que queima.
E sente.
E se ele passa, me embaça.
Abre a sombrinha e se encolhe.
Mas não me proteja.
Eu quero água que lava
e, canta suave
e, às vezes, forte.
Canta sempre.
[[Julia Emerich]]
Um pouco de poesia enquanto a prosa está em aberto.
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
sábado, maio 10, 2008
*OS 8 DESEJOS*
Os desejos são meus, são seus
Os meus 8 desejos são...
[No futuro, que não sei se será breve ou não].
Sem sombras de dúvidas, depois de ter fisgado aquele com quem juntaria as trouxas, eu viajaria para a Europa em lua de mel, feliz da vida; assim, realizaria dois sonhos: constituir família e viajar para a Europa.
Contudo, desses sonhos que mais se parecem com a nuvem do céu [se a gente chega perto, quer pegar, ela foge, fica só a impressão de ar¹.], sem ansiedade, fico com essa impressão, de que assim como o ar que eu respiro um dia os respirarei.
Mas, ao invés de ficar choramingando nuvens que não pairam sobre mim, eu juro que viajaria [léguas] em uma carreta numa estrada qualquer só para assistir ao show da Maria Rita; ao invés de ficar sentada na cadeira de balanço esperando tudo se realizar, faria equitação só para galopar pelos prados verdejantes e sentir o cabelo esvoaçar; e, ao invés de esganiçar uma canção debaixo do chuveiro, faria aula de canto e aprenderia tocar um instrumento para musicar minhas canções.
E, no fim, se nada disso se realizar, eu juro que tiro a bendita carteira de motorista, para sair pelo mundo livre, leve e solta.
Passo essa tarefa para Felipe - O Nove, para Lepreu - A Rasura, e para Tony Lopes - Pessoas Comuns.
sábado, abril 26, 2008
*SIMPLES FIM*
simples fim [finalidade, alvo] de todas as coisas:
o que mais importa hoje e todo dia nessa vida que é brevemente leve e pesada ao mesmo tempo é o amor. Isso sim é o que nos faz viver em graça.
O amor => o intento maior do meu viver!
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quinta-feira, abril 10, 2008
*MEDO*
Tenho medo
Eu tenho medo
Eu nem sei
De ficar no escuro
De sentar no muro
Tenho medo
De pisar na lua
De andar na rua
Tenho medo
Eu tenho medo
Eu nem sei
De ficar sozinha
De tocar campainha
Tenho medo
De deitar na grama
De ficar na cama
De não ter você por perto
Eu nem sei
Tenho medo
Da dor que bate em meu peito
Eu nem sei
Tenho medo
De ficar com frio
Eu nem sei
Tenho medo
De ficar sem brio
Eu nem sei
Tenho medo
Da minha dor atroz
Do meu cruel pavor
Do meu triste amor
=> Alguns pensamentos que se perdem na alma e que se encontram na ponta de uma caneta:
— É preciso "emburrecer" ou simplificar a conversa/pensamento para se conviver?
— É preciso fingir desconhecer seus próprios pensamentos para se conversar?
— É preciso falar menos e ouvir mais [mesmo com aqueles que se tem intimidade] para haver convivência agradável!
Nem o saber e nem o querer,
nem tudo se divide.
Há quem não entenda.
Silêncio é sabedoria.
Enquanto se cala, se ouve a chuva, se ouve o choro, se ouve a chave e a mente abre.
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
segunda-feira, março 24, 2008
*DISCREPÂNCIAS X SEMELHANÇAS*
As discrepâncias são as substituições que ocorrem ao longo dos tempos.
As semelhanças são as necessidades permanentes de companhia e afeto.
Antoine de Saint-Exupéry escreve sobre um Pequeno Príncipe que mantinha em redoma uma rosa e, sentia-se responsável por ela.
Carlos Drummond de Andrade escreve sobre uma borboleta que veio visitar-lhe numa manhã enquanto lia o jornal e tomava café.
Xinran escreve sobre uma menina que, internada em um hospital, tinha por companhia e distração uma mosca.
E tudo isso expõe a necessidade que o homem tem de companhia/da presença de alguma espécie que transmita alguma esperança, e de algum afeto que lhe proporcione um pouco de felicidade e prazer.
Ao passar do tempo, essas presenças vão sendo substituídas. Assim, surgem as tecnologias que se tornam substitutas das mais reais e sensíveis presenças de outrora.
Que a tecnologia não nos substitua por completo e nem nos torne insensíveis!
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
segunda-feira, março 10, 2008
*ABC E ETC.*
Disseram-me que é importante sempre escrever.
Escrever todo o dia, em qualquer hora, sem apagar a palavra e/ou frase anterior, sem vontade ou mesmo sem a tal chamada inspiração [que não sei se existe].
Numa busca incessante pelo texto bom e/ou certo, fico, por fim, sem saber o que escrever.
Alergia!
— Atchin.
Limpo a poeira e tento mais uma vez depositar palavras em um papel estendido ao horizonte: abc e etc..
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
*PONDERAÇÕES*
são palavras que um dia escrevi e, que agora deixo aqui para vocês.
o amor pode estar por aqui, pode chegar a qualquer momento.
ainda não sei.
a gente discursava sobre o saber...
é tão difícil entender política, compreender filosofia, conhecer música e arte, falar e ler idiomas, discutir religião, ... a fundo!
admiramos todos os que possuem retórica.
... e vai acabando mais um mês. e eu quero mais.
quero conhecer o que ainda não sei e entender o que ainda não posso.
quero pesar tudo e avaliar.
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Diálogo:
— Esse é seu blog? [ele]
— Sim. [eu]
— Cada um gosta de escrever de forma diferente do outro. [eu]
SILÊNCIO!
não pense que tudo por aqui é poesia.
tudo aqui é muito mais que frases poéticas, rimas, palavras cabidas.
tudo aqui pode transbordar de emoção e de sensibilidade sim.
mas ainda assim falar da vida de forma razoável e real.
é só parar e reparar.
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leio e recomendo:
As Boas Mulheres da China
=> um livro que retrata as tristes e chocantes histórias das mulheres da China durante o regime comunista.
um trecho:
Algumas mulheres, e depois uns homens, começaram a gritar junto comigo, para me ajudar. E logo estava todo mundo gritando 'Xiao Ping! Xiao Ping!'
Ela finalmente nos ouviu. Levantou a cabeça e usou a mão livre, a esquerda, para afastar o cabelo do rosto. Eu sabia que ela estava me procurando. Parecia confusa, não conseguia me enxergar entre aquela gente nua ou seminua. Um homem ao meu lado começou a empurrar para um lado as pessoas que estavam ao meu redor. De início ninguém entendeu o que ele estava fazendo, mas logo ficou claro que ele estava tentando abrir um grande espaço à minha volta para que Xiao Ping pudesse me ver. Deu certo. Xiao Ping gritou 'Mamãe!' e me acenou com a mão livre.
Gritei de volta, mas minha voz estava rouca e fraca. Então, levantei os braços e acenei para ela. Não sei quanto tempo passamos chamando e acenando. Finalmente alguém me fez sentar. Ainda havia um grande espaço vazio ao meu redor, de modo que Xiao Ping podia me ver. Ela também estava cansada, a cabeça pendia e ela arquejava. Pensando naquele momento, fico perguntando por que ela não gritou para que eu a salvasse. Nunca disse nada como 'Mamãe, me salve' nada disso."
Que tudo pareça extremamente doce!
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
*CARTA PARA VOCÊ*
Se você entendesse um pouco da minha escrita, escreveria palavras em versos, manchadas de tinta viva de uma cor qualquer, que refletisse o que meu peito prende e teima não soltar.
Permita-se decifrar o que poucos podem.
PS.: para alguém que não sabe [nada platônico!].
Eu vou, mas eu volto... *estrela*
terça-feira, janeiro 29, 2008
*O AMOR*
O amor é um misto de claridade e escuridão
O amor precisa ser claro para amadurecer
E precisa ser escuro para sossegar
O amor precisa de mim e eu preciso dele
O amor não deve bater na porta para entrar
O amor deve escorregar pelas frestas e chegar sorrateiro
O amor sopra no rosto suavemente, depois beija e mora em mim
O amor é leve e me deixa como quem mora nas nuvens
O amor se escreve em qualquer lugar e ocupa um espaço
Do amor eu não sei quase nada
Sei que não é chuva e nem é sol
Não é doce mas me deixa dócil
O amor não custa cem reais e nem se converte em outra moeda
O amor é doação que nada quer em troca
E dele eu continuo sem saber exato
Exatidão é o amor
Queria que o amor viesse pra mim
Mas ele não vem e eu não sei como procurá-lo mais
Eu vou, mas eu volto... *estrela*